ENFISEMA PULMONAR

ENFISEMA PULMONAR

Tratamento para o enfisema pulmonar são indicados àqueles diagnosticados com a doença.
Leia abaixo e saiba mais.

O enfisema é uma irritação respiratória crônica, de lenta evolução, quase sempre causada pelo fumo, embora outros agentes (poeira, poluentes, vapores químicos) também possam provocá-lo. No enfisema, os alvéolos transformam-se em grandes sacos cheios de ar que dificultam o contato do ar com o sangue, uma vez que foi destruído o tecido por onde passavam os vasos. Alguns fatores hereditários também podem contribuir para o aparecimento do enfisema. Para àqueles diagnosticados com a doença, é indicado o tratamento, ou, se for preciso, a realização de cirurgias – necessárias em casos mais graves.

O diagnóstico é baseado nos sintomas apresentados e no histórico de vida do paciente. Um exame será pedido para avaliar a inflamação do pulmão e a ausculta pulmonar será realizada para verificar os sons produzidos pelo pulmão no momento da respiração. Além disso, deverá ser feito um teste para avaliar as capacidades pulmonares, chamado de espirometria, que mede o volume de ar inspirado para verificar se são satisfatórios ou não, além de raio-x e exame de sangue.

O tratamento pode ser feito com medicamentos, receitados pelo médico pneumologista, mas é importante que nenhum deles trata especificamente o enfisema. O que ocorre é o alívio de outras doenças secundárias, principalmente no caso de fumantes, como a bronquite. Isso tende a melhorar a qualidade de respiração gradualmente. O “tratamento” mais eficaz é um tipo de terapia que não trata a doença, mas permite que o paciente utilize melhor sua energia e reaprenda a fazer suas atividades diárias, de forma a utilizar menos oxigênio e exigir menos dos pulmões. Estas atividades permitem que o paciente volte a sua rotina, de modo a garantir que ele tenha uma vida praticamente normal. Em casos extremos, pode ser feita uma cirurgia para retirar partes muito comprometidas do pulmão. A intenção da cirurgia é que, retirando as partes distendidas, a mecânica respiratória de inspiração e expiração melhore, dando um alívio ao paciente e permitindo que este recupere parte da capacidade perdida não pela regeneração, mas pela reeducação pulmonar.

PERGUNTAS E DÚVIDAS FREQUENTES

Quais são os principais sintomas?

O principal sintoma é a falta de ar. Na maioria das vezes, são tabagistas de longa data, que, em torno dos 65 anos de idade, passam a sentir falta de ar para fazer esforços. A falta de ar no início só é notada para os grandes e médios esforços (subir escadas ou caminhar são exemplos). Mantendo o hábito do fumo, poderão chegar a uma fase mais avançada da doença, em que falta de ar surge com tarefas simples como tomar banho, se vestir ou se pentear, por exemplo. Neste momento, muitos tornam-se incapacitados para o trabalho e passam a maior parte do tempo na cama ou sentados para não sentir falta de ar. A pessoa poderá também experimentar a necessidade de dormir com travesseiros mais altos por causa da falta de ar. A tosse e o chiado no peito também podem ocorrer, mas são mais freqüentes nos fumantes, nos quais predomina a bronquite crônica, e não o enfisema pulmonar.

Como se faz o diagnóstico?

O médico faz o diagnóstico, na maioria dos casos, baseado na longa exposição ao tabaco referida pelo paciente, associada às queixas e às alterações detectadas no exame físico. Pode haver o auxílio de exames complementares, como exames de imagem (radiografia e tomografia computadorizada do tórax), exames de sangue e espirometria. Este é um teste de função pulmonar que mede a capacidade de ar de pulmões, dando uma boa ideia do seu funcionamento. Os exames complementares ajudam a estabelecer o nível de gravidade da doença e, portanto, auxiliam na decisão do melhor tratamento para cada caso.

Como se previne?

Não há maneira, até agora, capaz de definir os indivíduos que serão suscetíveis ao desenvolvimento da doença com o hábito do fumo. Só podemos, através da espirometria, identificar a perda de função pulmonar nas pessoas que fumam e aconselha-las a parar. Além de evitar o tabagismo, outra forma de se prevenir é reduzir a exposição a poluição do ar.

TRATAMENTOS MÉDICOS

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